Os editoriais são textos de uma mídia em que o conteúdo expressa a opinião da empresa, da direção ou da equipe de redação, no nosso caso específico, do Portal Antônio Poeta, vê-se aqui a minha opinião; sentimento.

Estamos vivendo uma nova fase no desenvolvimento da internet no país, todos de qualquer idade e nível social, estão descobrindo a rapidez e o dinamismo dessa nova era. Não podemos ficar para trás, quem tem idéias, projetos, conteúdo, não pode ficar sem participar deste meio de comunicação e, meu objetivo fim com a criação dessa nova coluna (Editorial), é bem antes de informar quaisquer conteúdos, primordialmente, formar opinão.

(Antônio Poeta)
EDITORIAL
ENTREVISTA
(JANEIRO DE 2010)

Esse nosso primeiro Editorial de 2010, terá sim a minha opinião, mas não aquela opinião temática; setorizada e rasgada, as quais me lanço apaixonadamente a título de defender meus sentimentos, pois trata-se do conteúdo de uma entrevista, que concedi ao jovem, mais já brilhante Jornalista André Azenha e, que foi veiculada no SITE CINEZEN-CULTURAL.

De imediato, meus agradecimentos a André Azenha e a constatação maior de que, a Poesia, os Poetas, enfim, o meio Poético, mesmo com algumas figurinhas difíceis e metidas a estrelas e a ditadores culturais, que vemos por aí, os quais nada acrescentam ou criam para promover a nossa lírica nacional, mesmo com estes parasitas (sangue-sugas) já citados, ainda vale muito a pena se doar a Poesia!
Antônio Poeta

A seguir, a entrevista em sua integra:

Qual seria o melhor lugar para concentrar poetas do país inteiro? Um lugar paradisíaco seria ideal… Pois é, Antônio José da Silva, 57 anos, mais conhecido como Antônio Poeta, é o responsável pelo Projeto Paquetá (site oficial), que visa transformar a Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, num reduto artístico-cultural que terá atividades diariamente. “De segunda a segunda, durante o ano inteiro, vai rolar poesia nas dependências culturais já existentes na ilha e em outras que surgirão com o advento desta alternativa cultural viva. Vai haver poesia no caixote, no varal, na praia, nas árvores, nas rochas e até nas barcas de travessias em seu transcurso de uma hora de viagem”, diz ele.

Antônio pode ser considerado um fenômeno na área da poesia. Começou a escrever já adulto, depois do falecimento da esposa, criou um blog no qual mal sabia mexer. O blog virou uma revista eletrônica e com outras páginas, se transformou no Portal Antônio Poeta. De forma autodidata, ele passou a atualizar o conteúdo e o layout do site, que em poucos meses agregou poetas e escritores do país inteiro, dos mais conhecidos da Poesia Web, aos novatos. Ele recebe os textos e insere no sistema. “A ideia da Revista de Poesias foi contemplar aqueles poetas, que, como eu, no início não tinham como publicar seus trabalhos, ou por não saberem criar e implementar um blog, ou por não terem grana para mandar alguém fazer e cuidar da manutenção do mesmo. Óbvio, que os poetas aos quais me refiro, por quase não mostrarem seus escritos, eram também muito pouco conhecidos, então, eu passei a convidar para perfilar com os noviços, alguns dos maiores medalhões da Poesia Web, poetas estes que não precisavam mais de qualquer divulgação, mas que, todavia, atenderam ao meu chamado e vieram para a nossa revista”, explica o poeta.

Perguntado se pensa em escrever um livro, Antônio aproveita para fazer uma revelação com exclusividade ao CineZen. “Definitivamente não. As pessoas foram acostumadas a receber dezenas de poesias diariamente pela internet e em sites de divulgação de poetas, como a nossa Revista de Poesias. Se a pessoa tem algo de graça, porque pagaria para obter esse algo? Mas, pretendo sim, e isso eu ainda não tinha revelado a ninguém e o faço agora em primeira mão a seu site, organizar uma antologia com participação dos trinta poetas mais lidos e seguidos da internet e, mais adiante, algumas antologias com os poetas da nossa revista”.

Em entrevista ao CineZen, Antônio conta como ingressou na poesia, o surgimento do Portal, explica o Projeto Paquetá, seus planos para 2010, e brinca ao ser questionado se a morte é inspiração para seus poemas, já que no Portal Antônio Poeta, na sua auto-biografia, ele faz várias solicitações aos amigos para o dia em que falecer. Abaixo, o bate papo completo:

- Na biografia em seu site, você revela que ficou viúvo e depois começou a escrever. As melhores manifestações artísticas surgem do sofrimento?

AP - Não sei se sim, mas posso afirmar, com certeza, que o sofrimento nos leva à introspecção; à busca de respostas e alternâncias, para se fugir dele, daí talvez, com a sensibilidade super aflorada, como no meu caso, sem ninguém por perto para dar colo, nos vejamos conduzidos por alguma força, energia, a desabafar sobre o papel todas as nossas certezas e incertezas, como se falássemos conosco mesmo. O legal disso é que, quando retorna a bonança, a gente já se acostumou a extravasar através das letrinhas e não consegue mais ficar sem sorver essa “cachaça”.

- Como surgiu seu interesse pela poesia?

AP - Eu sempre fui muito “opinioso”, “quixoteiro”, e só escrevia prosas filosóficas – pensamentos e crônicas. Contudo, quando iniciei o contato com a Internet, acho que ao final de 2005, percebi o imenso e intenso clamor que a poesia despertava nos leitores, principalmente, nas leitoras. Nesse momento o “pensador” baixou mais uma vez e disse de mim pra comigo: quiçá, se eu conseguisse filosofar como já faço por aí, mas usando a graça, o lirismo da coisa poética, eu não atingiria um público de leitores bem maior, enfim, alcançar além dos mais intelectualizados, também os mais sensíveis. Cometi a primeira poesia-poema, que tinha como enredo uma temática social. Corri com ele e fui mostrá-lo à minha ex-namorada, que era uma poeta razoavelmente renomada na época, perguntando a ela: Isso é uma poesia? Não deveria ter feito isso (risos), estava muito recente o nosso rompimento e ela aproveitou e foi enfática: “Tudo poder ser chamado por poesia, até mesmo isso!”… Danou-se! Na hora eu arrematei: “Me aguarde, pois eu vou ser muito mais conhecido e famoso como poeta que você!” Acho eu que o Poeta nasceu ali, naquele momento!

- E quando e como surgiu a idéia de criar o site e publicar outros poetas?

AP - Então, eu sempre fui e continuo sendo um analfabeto virtual, não manjo nada sobre computadores, só consigo fazer as coisas que de fato preciso, nessas horas eu me debruço e corro atrás até conseguir a “perfeição” pra mim. Eu dependia de outras pessoas da família para manterem o bloguinho simples e feinho que tinha no ar. Certo dia, após mais uma exibição de má vontade dessas pessoas, com relação às orientações que eu lhes pedia, resolvi cair dentro da pesquisa, do trabalho e criar o meu próprio blog. Aprendia uma coisa aqui, outra ali e, quando percebi, estava com um blog que já recebia muitos elogios por sua funcionalidade de navegação e beleza… Eu trocava o layout desse blog quase que semanalmente, para provocar a reação dos meus leitores, até que me sentisse seguro e me fixasse em um. Mas, daqui a pouco, tava eu lá mexendo e trocando tudo de novo (risos). O blog estava bonito, entretanto, era muito maçudo, isto é, tinha muito material meu e isso o fazia lento. Surgiu então a ideia de eu separar esses textos por categorias e criar um blog novo para cada uma delas. Isto feito, eu comecei a linkar os mesmos entre si e criei um portal de entrada para todos eles. Já estava craque na arte de web designer e já conseguia tirar de todos os meus blogs aquelas características peculiares dos mesmos, mas pareciam páginas de um site comum com domínio próprio… Caramba! Nessa eu enrolei muito pra responder… (risos). A ideia da Revista de Poesias foi contemplar aqueles poetas, que, como eu, no início não tinham como publicar seus trabalhos, ou por não saberem criar e implementar um blog, ou por não terem grana para mandar alguém fazer e cuidar da manutenção do mesmo. Óbvio, que os poetas aos quais me refiro, por quase não mostrarem seus escritos, eram também muito pouco conhecidos, então, eu passei a convidar para perfilar com os noviços, alguns dos maiores medalhões da Poesia Web, poetas estes que não precisavam mais de qualquer divulgação, mas que, todavia, atenderam ao meu chamado e vieram para a nossa revista, trazendo com eles os seus milhares de leitores, que ao estarem na revista, sempre clicavam na página de um ou outro dos novos. Com isso, hoje na revista não há mais desconhecidos, pois a publicação lançou a todos nacionalmente.

- Você é o idealizador do projeto Paquetá. Do que se trata?

AP - Hoje sou o idealizador, ou melhor, o coordenador da equipe que está fazendo tudo isso virar realidade, já que eu fui o sonhador desse sonho, que reputo ser uma forma de busca do resgate cultural e artístico da Ilha de Paquetá e, quem sabe, da própria poesia. Quem já conhece a Ilha de Paquetá, bem sabe que não há lugar geograficamente mais apropriado, liricamente privilegiado pela beleza natural de sua geografia, um paraíso distante apenas 16 quilômetros da Praça XV, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. Constitui-se no bairro de Paquetá, esse tradicional e pacato recanto turístico da cidade maravilhosa. O acesso à Ilha imortalizada desde a época do Império é oferecido através de barcas, lá não podem trafegar automóveis, motos ou quaisquer outros tipos de veículos mecânicos. O transporte local ou turístico em Paquetá ainda é feito como na época do Império: em pêlo de eqüinos, charretes ou bicicletas. A natureza é farta e preservada, diversas são as praias, trilhas e reservas destinadas ao deleite poético da população local ou visitante. A despeito dos prováveis descrentes que não sonham, tudo vai acontecer com muito trabalho, com a criação de um grupo multifuncional que envolverá órgãos públicos e pessoas amantes da poesia, capazes de se doarem por essa realização. Em “Paquetá – A Ilha da Poesia”, nós não teremos dias marcados para poetar, muito embora, em nosso Projeto Oficial, haverá um calendário anual de atividades artísticas múltiplas – fazer saraus, luaus ou encontros de mera confraternização artística, pois ela será e estará sempre lá, à disposição dos diversos grupos organizadores de saraus, luaus, lançamentos de livros, feiras literárias, excursões de escolas e universidades ou congressos. De segunda a segunda, durante o ano inteiro, vai rolar poesia nas dependências culturais já existentes na ilha e em outras que surgirão com o advento desta alternativa cultural viva. Vai haver poesia no caixote, no varal, na praia, nas árvores, nas rochas e até nas barcas de travessias em seu transcurso de uma hora de viagem. Paquetá será visita certa de todo poeta do Rio de Janeiro e Grande Rio, inclusive daqueles que estiverem em trânsito pela cidade maravilhosa e, principalmente, daqueles que, mesmo não sendo poetas, amem com profundidade essa nossa arte incorporada ao sangue do povo brasileiro. Poetas desse nosso imenso Brasil e de outras nações de língua portuguesa, quiçá, a poesia agora possa ter como seu habitat a Ilha de Paquetá!

- Quem o apoia nesse projeto?

AP - André, todos que conhecem esse projeto se apaixonam por ele e de pronto, se colocam a divulgá-lo e a incentivá-lo. Foi criado uma rede de divulgadores na net, que nem mesmo os mais otimistas “sonhadores” poderiam imaginar. Veja bem, que não falo tão somente dos poetas, mais ainda dos amantes da poesia, que diariamente multiplicam esse sentir solidário, para que a poesia tenha em definitivo o seu habitat oficial, entretanto, que não fique apenas nas “costas” da poesia, essa imensa responsabilidade de alavancar a nossa Ilha de Paquetá aos seus mais áureos e glamourosos tempos idos. A nossa ONG, Paquetá a Ilha da Poesia, será multicultural e abrigará em seu seio de mãe das artes, toda e qualquer manifestação artística de qualidade, ofertando a comunidade local, seus veranistas, artistas e amantes das artes em geral, um espaço geográfico de raríssima beleza natural, coordenado por um grupo multifuncional, que envidará todos os esforços e recursos possíveis para colocar a Ilha de Paquetá como referência cultural para o mundo.

- Na sua apresentação no site (Portal Antônio Poeta), você faz algumas piadas com relação à morte. A morte é inspiração para sua poesia?

AP - Não… Acho que não. Eu sou reencarnacionista e nem creio em “morte” nesse contexto de “fim” ao qual a maior parte das pessoas se referem por herança cultural. Eu sou um metro-eremita, ou seja, sou um cara muito sozinho, mesmo vivendo em meio a tanta gente, aliás, creio mesmo, que todo pensador livre ou formador de opinião do tipo convicto, assim o é, pois ele, mais que ninguém, precisa de quietude e solidão para poder pensar muito e sobre tudo. Mesmo sendo meio “bicho do mato”, eu sou dotado de um bom humor raro, ou seja, eu amo rir com as coisas dos outros e amo fazer os outros rirem com as minhas coisas. Então, pensei pra mim e para todos que estiverem em meu funeral (eu com certeza estarei lá), momentos lúdicos e alegres, sem dores ou consternações… E ai daqueles próximos que não realizem essas minhas vontades pós-morte (risos).

- Qual sua opinião sobre o mercado editorial brasileiro atual? Há apoio aos novos escritores? O que pode ser feito para melhorar?

AP - 1 – Não há um mercado editorial. O que há nos dias de hoje, com o capitalismo agressivo das editoras e distribuidoras, é uma “panela editorial”, onde só penetram os escritores que tem grana para bancar seus livros ou aqueles que, independentemente de serem ou não bons escritores, possuam algum tipo de apadrinhamento dentro da grande mídia ou sobrenome famoso, pois que estes acabam por ser adotados, produzidos e divulgados.
2 – Não há qualquer apoio aos novos escritores. Quando alguém, que não se enquadra nos perfis que citei no tópico anterior, no máximo o que as editoras fazem, é aceitar os originais do escritor e informá-lo que em noventa dias o conselho editorial da empresa enviará ao interessado a sua decisão. O escritor vira as costas e a secretária de imediato joga o seu original em um arquivo e ponto final.
3 – O que tem de ser feito é impossível dentro dessa visão mercantilista, que também já citei, isto é, seria os conselhos editoriais de hoje agirem como os de antigamente, avaliando com probidade as boas obras, encarando e assumindo o risco da edição não ser um sucesso total… Mas isso, dentro do atual contexto, já seria sonhar muito, não é verdade?

- Quais seus planos para 2010 no ramo da poesia? Pretende lançar algum livro?

AP - Definitivamente não. As pessoas foram acostumadas a receber dezenas de poesias diariamente pela internet e em sites de divulgação de poetas, como a nossa Revista de Poesias. Se a pessoa tem algo de graça, porque pagaria para obter esse algo? Mas, pretendo sim, e isso eu ainda não tinha revelado a ninguém e o faço agora em primeira mão a seu site, organizar uma antologia com participação dos trinta poetas mais lidos e seguidos da internet e, mais adiante, algumas antologias com os poetas da nossa revista. Mas não seriam antologias nos moldes daquelas que corriqueiramente vemos por aí. Essas antologias teriam cada qual um poeta coordenador e seria esse poeta responsável por convidar o elenco que iria compor a antologia com ele, possibilitando, assim, que as pessoas e seus estilos sejam mais empáticos entre si. Ainda seria exigido dos poetas participantes que assumissem moralmente virem ao lançamento das antologias, o que fatalmente ocorreria em Paquetá, independentemente do estado em que residissem.

- Fique à vontade para deixar um recado aos leitores do CineZen.

AP - André, meu amigo, primeiro te agradecer em meu nome e em nome da equipe do Portal Antônio Poeta http://antoniopoeta.blogspot.com/ a oportunidade rara e edificante de poder estar aqui falando para um público tão intelectualizado e antenado com a arte em todas as suas nuances e com a cultura literária. Aos seus leitores (nossos, nesse momento), rogar a eles que visitem o Blog Oficial do Projeto Paquetá e, querendo nos ajudar a levar ainda mais adiante essa nossa realização, que nos divulguem de todas as formas possíveis, para que em definitivo não fique ninguém ligado à arte, sejam produtores ou consumidores, sem conhecer o Projeto Paquetá – a Ilha da Poesia. Obrigado a todos!

EDITORIAL
TEMPOS DE VIOLÊNCIA
(DEZEMBRO - 2009)

A violência é multissecular. A cada ano que surge o ser humano parece estar mais tenso, intolerante e proporcionalmente mais violento. Antes, os homens criavam as suas diversas guerras e em nome do patriotismo ou dos brasões de sua famílias e religiões, destruíam-se em constantes e sangrentos combates.

Veraz, que hoje as guerras são menos freqüentes e de menor duração em decorrência do avanço tecnológico da macabra e nefasta indústria bélica mundial. Mas, a contextura do instinto perverso e cruel do gênero humano alastra-se em maquinações capciosas e persistentes em negação ao bem agir e sentir, só que agora, mais burilados e individualizados, no entanto, não menos bárbaros e doentios.

A pessoa sai de casa e nunca tem a certeza se irá retornar. Hoje, não tememos mais só os bandidos, pois também, o homem comum e integrado socialmente, assassina e agride por qualquer futilidade. E quando ele próprio não mata, garantido pela impunidade quase generalizada, paga a um pistoleiro para matar e fazer ‘justiça’ em seu lugar. A morte de um indivíduo comum como eu, pode ser contratada por dois salários mínimos. Pode uma coisa dessas?... Garanto que meus desafetos não tinham essa informação, estou certo?... (rsrsrs).

É uma discussão no trânsito, um esbarrão, uma transação comercial mal sucedida, um bate-boca entre vizinhos, a perda de uma mulher para o outro, preconceito, etc. A tolerância das pessoas está no seu limite máximo, pois que parecemos sempre aptos a mostrar aos outros que somos muito mais ‘machos’ do que eles.

A legislação penal vigente, elaborada e direcionada para proteger os privilegiados pelo poder, em suas mais diversas instâncias, mostra-se absolutamente ineficaz, a coibir os excessos. Os maus e mercenários profissionais do direito, tornam-se a cada dia mais habilidosos no uso eficaz das brechas e omissões existentes nas leis, livrando dos rigores da justiça todos aqueles que lhes possam pagar os melhores honorários, independentemente do grau de culpabilidade de seus clientes bem aquinhoados. São eles os mais enfáticos incentivadores da irresponsabilidade e conseqüente avanço da violência. Assim como também, as instituições públicas, de maneira especial o aparelho policial e o poder judiciário, representados por suas chamadas “bandas podres”, cada vez mais corrompidas e corruptoras. Felizmente, porém, é tácito que os engenhos de corregedorias, tanto das polícias quanto da justiça, estão cada vez mais eficazes, atentos e atuantes, contra essas minorias de maus serventuários da segurança pública e do aparelho judiciário, em seus respectivos quadros.

Em resumo, não há ainda nesse nosso país, sempre tão espoliado e aviltado por seus colonizadores antigos e modernos, um sentimento de moralidade e de direitos individuais da pessoa, daí essa anarquia pluralizada e consubstanciada, muito bem retratada naquela frase do ex-jogador de futebol Gérson, em um comercial de TV bastante antigo: “Eu gosto de levar vantagem em tudo”.

Hoje em dia, já não existem “malandros”, pois o crime organizado (narcotráfico) tomou conta de todo o espaço da marginalidade, apelidada por raia miúda. A navalha e os calibre 32 e 38 usados pela malandragem antiga saíram de cena. Atualmente, são os fuzis, as submetralhadoras, as granadas, as pistolas automáticas, as bazucas e até – pasmem – as metralhadoras antiaéreas e lança mísseis, que imperam nesse atual império do medo. Eles matam qualquer um: dos seus colaboradores e adversários aos comuns, não livram a cara nem mesmo das autoridades constituídas.

Seriam os bandidos de hoje corajosos ou destemidos?... Qual nada! Simplesmente, quando partem para suas empreitadas delituosas, esses desalmados já vão totalmente “cheirados” (drogados), e com isso, se antecipam a qualquer sentimento de bom senso ou de censura. Corajosos e destemidos são os policiais, que encaram esses bandidos de cara limpa e geralmente no território deles. Bandido só dá uma de corajoso e troca tiros com a polícia quando está de cabeça feita, se tiverem careta, não resistem à investida policial e quase sempre são presos em baixo das camas (mijados e borrados).

Em 23 anos de serviço prestados a extinta FUNABEM, parte destes, cedido à Secretária de Justiça, lotado no DESIPE (Departamento do Sistema Penitenciário) como Agente de Disciplina, depois Encarregado de Disciplina e, por último como Chefe de Disciplina, pude constatar o seguinte:

- O viciado comum, quando drogado, não oferece risco a ninguém, pois o negócio dele é ficar ‘doidão’ e curtir o seu ‘barato’. Risco iminente é produzido pelos usuários de drogas, que sem grana para adquirirem os seus ‘bagulhos’, podem chegar a qualquer prática delituosa para conseguir esse dinheiro, mas aí, não é a droga que está agindo é o desejo de obter a droga adicionado à índole perversa dessa pessoa, por tal, HIPOCRISIA, é culpar a droga por atos de violência, pois que se a pessoa não tiver, em si, o perfil violento, a droga só vai fazer com que ela permute por algum tempo uma nova consciência, ou seja, abandone a real dele e que ele rejeita tenazmente, por uma utópica, onde ele pode ser o que quiser, do ‘Super Homem’ ao ‘Super Star’...

Portanto, os ébrios ou os dependentes químicos de qualquer espécie são residências de espíritos intimamente revoltados com sua sorte e, em decorrência disso, se exilam de suas consciências, produzindo seus cômodos ciclos de inconsciência. Por serem considerados dependentes químicos, são eles praticamente inatingíveis pela legislação em vigor, PORQUE SÃO DOENTES e, com isso, nos agridem com o sustento manifesto público de seus vícios, quando não agridem fisicamente, também os nossos corpos físicos...

Nada de coitadinhos! Já que eles não querem se tratar por livre e espontânea vontade, que sejam recolhidos (eu disse recolhidos e não acolhidos) e submetidos a tratamento imposto por uma legislação adequada e eficaz. Isso não seria nenhuma violação dos chamados ‘direitos humanos’, visto que quase toda a população carcerária já sofre de um ou de ambos os tipos de males citados e, quando em detenção, vêm essas práticas interrompidas e ninguém morre por isso, mesmo sendo feita de forma abrupta, quase que sem assistência terapêutica.

Os adeptos dos direitos humanos hão de argumentar: que tipo de cultura humanitária é essa que defende esse tipo de violência do poder do estado contra os indivíduos reconhecidamente ‘doentes’? E responderíamos tranqüilamente: os poetas; os homens de bem; os pais de família, etc...

Outrossim, do jeito que a coisa anda, ser careta é que é crime, pois nós é quem pagamos caro pelo barato dos caras.

A maior parte dos que usam drogas não são os viciados, e sim, os chamados “usuários eventuais ou recreativos”, que em verdade são os ricos e os de classe média (fidalgos burgueses do barato total), que brindados pela impunidade, acham natural, assim proceder. São esses também, os ascendentes provedores da arrecadação e sustentáculos do tráfico de entorpecentes, por serem a maioria predominante de compradores e que, inclusive, não são de barganhar preço pagando sempre o que é pedido.

O viciado - comum - em drogas é um problema não só para a segurança pública como também para os traficantes, pois eles, quando estão desesperados, fazem qualquer coisa para obter a droga, inclusive dão cano no tráfico e acabam por “sujar” os pontos de vendas com distúrbios comportamentais, que culminam por chamar a atenção da polícia, por isso, tantos deles são mortos diariamente.

Em alguns movimentos poéticos cariocas há alguns “ultras-Babacas” que vivem se drogando nos saraus, isto é, nos ‘saraus dele’s, pois se fizerem isso num em que eu estiver presente, eu de imediato, e na frente deles, ligo para a polícia e os denuncio. Droga e Poesia não se afinam!

Outra doideira são os menores de rua cheirando solvente e outras coisinhas... Quando são acolhidos em abrigos e lá não querem permanecer, voltam ao flagelo da rua, pois são protegidos (ou desprotegidos) por uma lei chamada por Estatuto da Criança e do Adolescente. Esse ECA mais parece ter sido legislado para as crianças da Suíça, do que para as do Brasil. Graças a este tal de ECA, aliás, eu fico muito a cavalheiro para falar desse Estatuto, pois na época de sua criação eu trabalhava na extinta Funabem e, sempre e a todo o tempo e oportunidade, eu alertava sobre o engessamento que o mesmo produziria nas autoridades, com relação a uma proteção efetiva da criança e do adolescente. Não sei o que foi feito, sequer mesmo se ainda estão vivas, os senhores Edson Seda de Moraes, Caps e Marra, que foram os idealizadores desse monstrengo devorador de perspectivas dos jovens brasileiros excluídos, denominado por ECA... Mas, gostaria que ainda estivessem vivos para verem o fragelo que esse tal Estatuto produziu nas crianças moradoras de rua dessa nação.

Os bandidos maiores cometem crimes e pagam aos menores e às suas famílias – ou simplesmente os ameaçam - para que assumam a autoria de seus delitos, pois eles (menores) são sancionados por penas bastante brandas. Embora, alguns comuns se beneficiem por essa hipocrisia de dependentes químicos e desse tal Estatuto da Criança e do Adolescente, óbvio, que isso não foi criado para eles, e sim, para os protegidos podres dos poderosos, os tão conhecidos “filhinhos de papai”.

Fundamentado no exposto em tela, o cidadão comum e pacífico se arma para sentir-se mais seguro, e aí passa ele a engrossar as fileiras dos chamados machões, se tornando, em verdade, apenas mais um agente de insegurança para o todo social.

Eu particularmente, já fui um desses que precisava estar sempre armado, pois se não estivesse me sentia nú. Por longos anos eu trabalhei como segurança particular, e na área de Segurança Pública, sendo que com isso, introjetei que a arma de fogo para mim, era apenas uma ferramenta de trabalho, porém, mesmo fora do trabalho eu a mantinha sempre comigo em fúnebre parceria. O negócio era tão latente, digo, essa execrável dependência e falsa segurança propiciada pela arma, que eu não conseguia ir a padaria a 100 metros de minha casa sem colocar uma pistola na cintura. Há dezoito anos passados (1991), eu conheci um Ser muito legal e Ele começou a tocar o meu coração, através da Doutrina Espírita Cristã (também chamada por Kardecismo), e a partir daí, eu comecei a me desmascarar e a vislumbrar em mim, o estupendo bobalhão que eu sempre fora.

Com apenas algumas semanas em contato com o Evangelho de Amor do Cristo de Deus, e iniciando a tarefa de me amansar (reformar), decidi não mais me manter cativo no cárcere do medo e do acobardamento. Fui até o terreno nos fundos de minha casa e lá cavei uma sepultura estreita e bem funda, depositando na mesma as duas pistolas 9mm. que eu possuía, ficando com o prejuízo do dinheiro gasto para adquiri-las, mas com a paz de que elas nunca mais iriam ameaçar ou destruir um semelhante meu. Várias vezes nos dias posteriores a esse ‘funeral dos despojos de meu medo inconseqüente’, voltava ao local daquela catacumba e com um regador pulverizava água em abundância sobre a mesma, para que o desgaste dos tais engenhos do desatino fossem o mais precipitado possível. Naquela época o estado não remunerava para desarmar o cidadão.

O trabalho (profissão) que eu exercia continuava a me obrigar ao contato com as armas, entretanto, a partir daí, somente com as armas de serviço e no desempenho da função. Resumindo, e baseado em mim, corroboro: Quem anda armado, não tem munição de fé!

É muito difícil se manter ovelha, quando se vive num mundo onde o homem insiste em ser lobo do outro homem... Mas, com fé em Deus se consegue.
Em verdade, e definitivamente, o que nos falta e sempre faltou aos nossos antepassados, é o sentimento de Deus em nossos corações, e coragem, muita coragem, para não possuir uma arma, e com isso, se transformar em um forte aliado da fraqueza e do conflito por falta de compreensão do Amor. Por fim, o que nos falta também, e sobretudo, é a brandura e a candura das mulheres.
Entre ser um valentão armado e sair por aí dando tiro e porrada nos outros como no passado, ou ser apontado como uma mulherzinha, opto hoje, pelo segundo rótulo... Aliás, alguém viu por aí a minha saiazinha?

Antônio Poeta

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ÚLTIMO ADITAMENTO REFERENTE AO EDITORIAL DE NOVEMBRO: BASTA!

Com certeza, muito já se estendeu esse nosso Editorial, e por isso, após essas considerações finais, não mais me pronunciarei sobre o seu mérito.

No dia 20/10 do corrente, após o término da reunião da Equipe Paquetá no Bairro de Fátima, enquanto descíamos a Rua Santo Amaro, comentei com os poetas JL Semeador e João Carlos Luz – este Cônsul de Poetas del Mundo pelo Estado do Rio de Janeiro – que o Editorial do Portal Antônio Poeta para Novembro, abordaria a temática “Segurança e Violência”. Alguns dias após, ocorre à tragédia envolvendo as famílias Calazans e Prôa. Supus-me em palpos de aranha, pois se solto o referido Editorial (que agora virá em Dezembro), poderia parecer um oportunismo ou até mesmo uma provocação, a despeito da liberdade de expressão de pensamento que protege e dá privacidade aos sites de comunicação cultural.

Mas o fato é que um Editorial não pode ser produzido em quatro ou cinco dias, sob pena de prejuízo para sua qualidade. Mas o impasse estava em que se não solto o Editorial já pronto e acabado, não poderia – como é de praxe – apresentá-lo para leitura e reflexão dos leitores no prazo de costume, pois precisaria de alguns dias a mais para elaborar um substitutivo.

Aí, surge a carta do poeta Luiz Fernando Prôa, do domínio público (porque distribuída, a pedido, pela grande imprensa), intitulada ‘Carta do pai de um viciado em crack que virou assassino’. Heureca, disse eu de mim para comigo mesmo. E deduzi: vou publicar essa carta aberta do referido poeta, pois se trata de um tema sabidamente atual e relevante. Agora imaginem os amigos se houvesse entre nós algum problema de ordem pessoal; nem iria eu dar o espaço e a relevância que dei ao teor de sua carta em meu Editorial.

Mais alguns dias adiante constatei que todo aquele “frenesi” (repito sim: “frenesi”), do cidadão Luis Fernando Prôa (tal como se apresentou aos meios de comunicação) não estava ligado ao seu senso de medida de valores sociais e humanos, e sim a uma oportuna tentativa de se projetar à custa do bem alheio (a vida e a reputação) desfraldando a bandeira da sua própria tragédia, ocorrida por força de uma infeliz triangulação familiar, sensacionalizando publicamente a notícia de que a menina Bárbara Calazans teria sido assassinada por ‘um cachimbo de crak’, e não por seu filho já descartado do lar paterno omisso e desistente.

A partir do momento que formei essa opinião de foro intimo sobre o caso, de imediato ergui minha voz e a divulguei, até muito à vontade para fazê-lo, pois havia antes concedido espaço para publicação da tal “carta graciosamente aberta”.

Quem me conhece, sabe muito bem que embora eu não seja odioso como essa pseudo-elite cultural tenta o tempo todo demonstrar., também não sou “vaquinha de presépio”... O que sou e não oculto de ninguém é que tenho vencido como ‘um lutador de rua’, ou seja aquele tipo de homem que não recusa uma briga de qualquer espécie.
O restante do desenrolar de todo esse rocambole de vaidades os leitores já conhecem e podem reler nas intervenções a baixo.

As manifestações de apoio ao meu posicionamento, as tenho guardadas em forma de e-mails, scraps e depoimentos no Orkut; contam já mais de uma centena, enquanto, as de agravo, conta apenas uma, emitida em Carta Aberta pelo escritor, poeta e advogado, Dr. Tanussi Cardoso, que falou muitas coisas sabidas ou redundantes, pois a tônica do seu manifesto injurioso é a de me acusar, julgar e condenar no foro do tribunal de exceção formado em defesa do poeta Luiz Fernando Prôa. Resumindo, nem o afamado poeta Tanussi Cardoso nem qualquer outro tem como se posicionar sobre tal mérito sem que o analise e julgue com o devido conhecimento de causa, para formação de uma convicção pessoal a um julgamento justo e isento de parcialidade. Resumindo, Tanussi me acusa o tempo todo de Julgar Prôa, mas ele – Tanussi - também me julga o tempo todo.

O setor de comentários do site “Portal Antônio Poeta” é que é o foro natural para que os leitores exponham suas livres opiniões sobre tudo o que “rola” no nosso site cultural, e não o sistema de comunicação por e-mails, conhecido como reduto de fuga do código de lealdade entre os participantes de uma rede na internet. Se somente os simpáticos à minha causa lá se posicionam, menos afortunados são os poetas Luiz Fernando Prôa e Delasnieve Daspet (embaixadora de Poetas Del Mundo no Brasil), cuja função tem sido a de apadrinhamento um do outro nesse bizarro episódio de ocupação de espaço cultural, a colimar com a recente outorga do brazão de Cônsul de Poetas del Mundo pelo Município do Rio de Janeiro ao poeta Luiz Fernando Prôa.

O caso em apreço acaba aqui, até porque eu gerencio uma Revista de Poesias com quase 200 poetas expositores, todos publicados sem qualquer custo financeiro, ao contrário do que ocorre sob o gerenciamento do site posicionado como desafeto meu, que cobra dos artistas poetas para lhes divulgar. De qualquer forma, fica a verdade por conta do futuro próximo. Tenho mais o que fazer.

Contudo, bom confessar que nossos participantes me vêm questionando o tempo todo sobre a real causa de todo esse meu desentendimento com o movimento do Poetas del Mundo, que culminou com o meu pedido de exclusão do Consulado que lá ocupava, já que minha relação cultural com a Embaixadora Delasnieve Daspet era, até então, de primeiro mundo. E explico: há alguns dias passados foi enviado à equipe do “Projeto Paquetá” um e-mail do João Carlos Luz, solicitando três dias de hospedagem e alimentação “grátis” em Paquetá, em favor da Embaixadora Delasnieve Daspet e do eminente Secretário Geral e Fundador do Poetas del Mundo, o poeta chileno Luís Árias Manzo.

Impossível concordar com tão impertinente pretensão. Embora com ressalvas, excluo dessa provocação moral e ética à magnitude da arte em nossa terra a pessoa do artista plástico e poeta João Carlos Luz, Cônsul de Poetas Del Mundo para o Estado do Rio de Janeiro, dada a reconhecida lisura e evidente desprendimento de sua participação no Projeto destinado ao resgate da cultura na Ilha de Paquetá.

A partir de nossa recusa na intermediação dessa quermesse turística, a cúpula do movimento dos Poetas Del Mundo – leia-se Delasnieve - mudou de comportamento, com relação a mim, favorecendo inclusive, que eu solicitasse meu desligamento dessa tão briosa entidade, tanto como cônsul, quanto como poeta expositor do site.

Fica aqui uma advertência oportuna e geral a todos aqueles que eventualmente julguem poder levar alguma vantagem pessoal com o “Projeto Paquetá”:

Nossa equipe é séria e, nosso compromisso único é com a poesia e com o resgate cultural e histórico da Ilha de Paquetá. Portanto, quem pretender se aproximar para nos apoiar, é necessário que entenda, em definitivo, que é para se doar, pois aqui não tem “rolo doido”.

Antônio José – Antônio Poeta
(05/11/2009)

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EITA, DIGO EU: PARECE QUE ESSE EDITORIAL DO MÊS DE NOVEMBRO, NÃO VAI MAIS ACABAR É NUNCA

A seguir o e-mail que recebi da Senhora Embaixadora do Poetas Del Mundo, hoje pela manhã (Terça, 03/11/2009), também enviado a todos os poetas participantes dessa referida entidade:

POSIÇÃO DE POETAS DEL MUNDO SOBRE AS COLOCAÇÕES DO SR. ANTONIO POETA EM SUA PÁGINA

Eita!!
Tentei que este desagradável episódio ficasse restrito a poucas pessoas - mas sou obrigada agora a mandar a posição de Poetas del Mundo a todos os associados.
Antonio - meu caro poeta, ou retira o que esta no teu site sobre o assunto ou coloca todas as manifestações.
Peço que outras colocações fiquem em PVT - já que as colocações do Antonio Poeta foram equivocadas no que tange a Poetas del Mundo e no que se pretende fazer. Não estamso defendendo A ou B nessa lamentável história - mas defendendo o direito à vida.
Leiam a seguir as colocações de Poetas del Mundo sobre o assunto.
Obrigada,

Delasnieve Daspet
Embaixadora para o Brasil e
Sub-Secretaria para as Américas de Poetas del Mundo
http://www.poetasdelmundo.com/socios_america.asp
http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=600

em tempo: Vejam no site de Poetas del Mundo - na seção de noticias o link
http://www.poetasdelmundo.com/verNot.asp?IDNews=2037

Chega de Hipocrisia! O desabafo do pai do viciado continua! Por Luiz Fernando Proa*


AQUI, O E-MAIL ENVIADO POR MIM A SENHORA EMBAIXADORA E A TODOS OS ASSOCIADOS DO POETAS DEL MUNDO:

Como a Senhora mesmo frisou o Site é meu e, não pretendo aceitar qualquer ingerência sobre o seu conteúdo, até porque, eu assino tudo o que produzo em termos de textos, pois sou responsável e convicto de minhas opiniões?

A senhora está me dando um ultimato, seria isso?
Ou retiro do meu Site o que lá postei em meu Editorial ou coloco lá todas as opiniões a respeito do caso... Estou pasmo Senhora Embaixadora. As coisas não funcionam assim pra mim, aliás, não funcionam assim mais pra nenhum brasileiro, a senhora não sabia?

Os comentários dos leitores, que se encontram lá em nosso Setor de Comentários do Portal Antônio Poeta, foram postados lá por eles e lá permanecerão para sempre, como seriam lá perpetuadas quaisquer manifestações de agravo a mim ou a minha opinião, que lá fossem inseridas.
O Setor de Comentário do Portal é o fórum para as manifestações com relação ao Editorial lá postado. Que os que não concordam, apareçam por lá, se identifiquem e se manifestem contra. Hão já algumas dezenas, talvez centenas de e-mails aqui em minha caixa postal, apoiando minhas posições e, tão apenas um, contra as mesmas.

Já pensou, se eu determinasse a senhora que postasse no Site do Poetas Del Mundo o meu Editorial, a título de ter postado lá o manifesto do Sr. Prôa?
Todavia, meu bom senso, não me permitiria fazê-lo, até porque se eu defendo a independência de meu Site, não me acho no direito de me impor ao seu Site ou ao de qualquer outra pessoa... Aliás, o Site do Poetas Del Mundo é seu minha cara Embaixadora?
O Sr. Prôa também tem um Site próprio, não é verdade?

Visto o rumo que as coisas tomaram e, sua posição acintosa em permanecer hasteando bandeiras pessoais corporativas e equivocadas e, visto ainda, que eu não me afastarei um milímetro se quer de meus propósitos; sentimentos, enfim, o de defender e esclarecer, que uma jovem foi assassinada por um jovem e não por um cachimbo e uma pedra de crak, como querem vocês fazer a população crer, facilito as coisas para a Senhora, solicitando não tão somente a minha exclusão como Cônsul, mas também, como Poeta Expositor do Poetas Del Mundo.

Passar bem Senhora Deslanieve Daspet e por favor, não tente usar mais com ninguém, esse caduco chavão dos idos tempos dos anos de chumbo, pois o “Sabe com quem está falando?”, já era, graças a gente como eu e outros que deram seu sangue e até vida para extirpar essa mácula odiosa de nossa história nacional.

Antônio José – Antônio Poeta
(Independente sempre - E agora, ex Poetas Del Mundo)

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EDITORIAL II (NOVEMBRO - 2009)


Inusitado, dois Editorias para o mesmo mês, este que passo agora a transcrever e o a baixo, que publiquei no dia 30 de Outubro em apoio a decisão do Poeta Prôa em denunciar o descaso das autoridades com relação ao combate digno e eficiente da comercialização e uso das drogas. Contudo, por perceber, que de fato está acontecendo uma imensa e intensa inversão de valores e de consciência moral no que tange esse triste episodio, do brutal e covarde assassinato da jovem Bárbara Calazans, pelo filho do Poeta Luiz Fernando Prôa, volto cá com constatações novas, tristes e nada simpáticas, com relação a esse caso.

Com a consciência tranquila de não ter sido movido por qualquer corporativismo em apoio ao citado Poeta, quando publiquei sua carta aberta a nação, até porque logo de inicio, citei no primeiro Editorial, minha estranheza com relação ao silêncio da família da vítima (provavelmente em choque) e do enorme interesse do pai do agressor em ocupar todos os espaços possíveis na grande mídia.
Mas, percebo que a cada momento essa pseudo míopia dos poetas (alguns, óbvio) em corroborar apoio ao Sr. Prôa, já ultrapassou a todos os limites. Não se é possível agradar a dois senhores, no caso a família da vítima e a família (pai) do agressor, portanto, passo eu publicamente a tentar agradar ao grupo que teve a perda maior e irreparável, que é a família de Bárbara Calazans.

Provavelmente, muitos colegas de nossa lírica, irão cair de pau em cima de mim, mas que se dane, pois sou assim e vou morrer assim, isto é, sem papas na língua e, pautando sempre pelo que é certo e justo - Não tenho como considerar justo todo esse frenesi do Poeta Prôa em se manter na mídia para se projetar pessoalmente, em cima de uma desgraça que até parece não ser dele também.

Além do apoio de alguns colegas da Poesia, percebo agora que até grandes comunidades do Orkut, como a Poemas a Flor da Pele e pasmem, uma entidade do quilate do Poetas Del Mundo, estão em franco apoio ao deslumbramento pessoal do Prôa.
Eu como Cônsul do Poetas Del Mundo, não fui consultado (acredito que outros também não), sobre a participação e apoio de nossa entidade a essa tal caminhada em Copacabana, elaborada por Prôa. Como agora ser convidado para participar da mesma e até para convidar outros, usando de meu consulado?

Pergunto a Poemas a Flor da Pele e ao Poetas Del Mundo:
O que fizeram vocês em termos de apoio a família Calazans, a D. Carmem Calazans, a mãe da menina assassinada?
Vai ter tópico criado para ela no Ning da Poemas?
Vai ter passeata para ela em Copacabana, com faixas e apoio do Poetas Del Mundo?
Das duas uma, ou sou eu ou são vocês que perderam o senso Cristão e lógico das coisas.

Pergunto ainda, vocês não conseguem se transportar ao lugar dessa mãezinha, que perdeu sua filhinha de forma tão vil e atroz?
Pois eu consigo, talvez por ter sido pãe de duas filhinhas, que por uma dessas mazelas da vida, ficaram sem a mãe muito precocemente, quando uma contava seis e a outra 10 anos de vida. Por tal, com toda certeza, eu sei que estaria como a mãe de Bárbara, isto é, descrente do mundo e das pessoas, com a dor da perda irremediável que já é por si só absurda de ser suportada e, ainda, por estarem relegando o desaparecimento de sua filha a segundo plano.

As drogas são terríveis, obvio que sim, mas esse rapaz que matou já era viciado há muitos anos e nunca seu pai, se mobilizou para empreender um movimento anti-drogas. Louvável esse movimento, também obvio que sim, desde que fosse gratuito e não por projeção pessoal... E não nesse momento, de tanto luto e dor da família Calazans, que vendo todo esse insensato apoio as pretensões de estrelismo do pai do agressor, deve estar se sentindo pessimamente e se perguntando, pra que valeu a morte da filha, quando o tempo todo tentam provar que foi o crak e não uma pessoa que a aniquilou.

Gente, são milhares de usuários de drogas, que se entorpecem a vida inteira e nunca jogaram uma pedra na vidraça alheia. Esse componente assassino é inato da pessoa, claro que pode ser exacerbado durante os momentos de transe do viciado, contudo, isso pode ocorrer em um lampejo, quando este dá um murro ou arremessa algo contra alguém, mas ficar sobre uma menina apertando o seu pescoço demoradamente até ver sua vida ser extinta aos poucos é coisa de instinto sinistro.

Privilegiar nesse momento a abnegada e exacerbada vontade; projeto do Sr. Prôa em aparecer pessoalmente, é conduzir a banalidade a morte da pessoa Bárbara, com seus plenos e frescos 18 aninhos de vida. É mais ainda, é mostrar a família da vítima e a toda a sociedade, que vocês (poetas), que deveriam primar pela sensibilidade, simplesmente estão se unindo e mobilizando por interesses menores, como esse corporativismo insólito e fora de hora.

Como antecipei no início deste novo Editorial, provavelmente vou sofrer sim, algumas e importantes perdas, com essa minha postura em sempre tentar formar opinião, mas o faço com tranquilidade, pois conscientemente, tento sempre primar pela boa formação de opinião, por tal, que venham as pedras, pois minha careca é dura como o aço e eu não tenho medo de cara feia!


Antônio Poeta

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EDITORIAL DE NOVEMBRO

O Editorial deste mês, do Portal Antônio Poeta, desta feita não trás a minha opinião pessoal sobre um determinado tema e, sim, a opinião baseada no sentimento próprio de um outro poeta e pai como eu, que neste momento passa por provações além de extremas... Falo do Poeta Luiz Fernando Prôa. Segue a íntegra da carta aberta-desabafo-alerta desse nosso companheiro da lírica brasileira.

Outrossim, eu próprio, Antônio Poeta, reservo cá, já antecipadamente, o mesmo espaço e de imediato, a D. Carmem Calazans, para que se pronuncie neste Editorial, pois afinal é dela a perda mais dolorosa e irreparável, deste terrível episódio. Aliás, percebo eu com certa estranheza, pelo noticiário dos últimos dias, que nesse caso especifico, quem mais tem se utilizado do espaço público na grande mídia é a família do agressor e não (como era de se esperar), a família da vítima.

Antônio Poeta


“Carta do pai de um viciado em crack que virou assassino!

Meu filho começou na droga pelo álcool, no colégio, esta droga LEGAL com que a propaganda bombardeia nossas crianças e jovens todo dia, escancaradamente, e que produz milhares de mortes no trânsito, destrói lares, pessoas do bem e, como se sabe, a primeira droga que os jovens experimentam. A maioria segue pela vida em maior ou menor grau se drogando com ela, o álcool, outros acabam provando das ilegais, sendo que uns fogem delas, outros se viciam numa espiral crescente e veloz. Em geral, passam pela maconha, vão na boca adquiri-la e os comerciantes felizes lhes oferecem um variado cardápio, self-service: cocaína, crack, haxixe, êxtase, ácido...

Sei que há seis anos perdi meu filho para o crack, mas apesar das sequelas e problemas, ele nunca deixou de ser carinhoso e educado com todos, o que lhe granjeou um número sempre crescente de amigos.

Ele passou por várias internações - tinha desde pequeno outros problemas mentais que se exacerbaram com as drogas. Sempre que saia, das internações, ficava bem, até encontrar os amigos, tomar umas cervejas e aí a coisa saía novamente de controle. Nestes tempos o vício, apesar de grave, ainda não tinha produzidos todos seus efeitos devastadores. Mas com o tempo e a reincidência o crack foi o devastando. Nos últimos tempos dizia-se derrotado para o vício, vivia muito deprimido e voltara a frequentar o NA, Narcóticos Anônimos. Tentei de tudo para convencê-lo a se internar, mas vai pedir para um pinguço largar sua garrafa, é inútil. Ele foi cada vez mais descendo a ladeira. De mãos atadas fiquei esperando pelo pior ou por um milagre, já que segundo os “especialistas”, que ditam as políticas públicas para o tratamento de drogas, o drogado tem de se internar por vontade própria.

A reportagem que o Brasil assistiu esta semana, da mãe que construiu uma cela em casa, para tentar salvar o filho viciado em crack é bem representativa de como as famílias vítimas deste flagelo estão abandonadas pelo Estado, se virando à própria sorte. E é bem possível que ela seja punida por isso. Na mesma reportagem uma psicóloga inteligente afirmava que o viciado em crack tem de vir voluntariamente para tratamento, este é o método correto, segundo a maioria dos que estão à frente das políticas para esta área. Será que essa profissional é incapaz de entender o estrago que o crack/cocaína ocasiona nas mentes de seus dependentes? Será que ela é capaz de perceber o flagelo que o comportamento desses doentes causam sobre as famílias?

Um drogado, ou adicto, que já perdeu o senso de realidade e o controle sobre sua fissura, torna-se um perigo para a sociedade, infernizando a família, partindo para roubos, prostituição e até assassinatos, por surto ou por droga. Esperar que uma pessoa com a mente destruída por droga pesada vá com seus próprios pés para uma clínica é mera ingenuidade destes profissionais. O Estado tem de intervir nesta questão para preservar as famílias e os inocentes. A internação compulsória para desintoxicação e reabilitação destes doentes, que já perderam todo o limite, é uma necessidade premente. Ou será que todas as famílias que vivem esse problema terão de construir jaulas em casa?

Se meu filho fosse filinho de papai, como falaram, eu já teria pago uma ou mais internações, infelizmente o papai aqui não tem grana para isso, assim como a maioria das famílias vítimas deste, que insisto em reafirmar, flagelo.

Hoje vi uma pessoa boa se transformar num assassino, assim como aquele pai de família correto, que um dia bebe umas redondas, dirige, atropela e mata seis num ponto de ônibus.

As drogas ilegais ou não estão aí nas ruas fazendo suas vítimas diárias, transformando pessoas comuns em monstros e o Estado não pode ficar fingindo que não vê.
Dizem que vão gastar 100 milhões para equipar a polícia, mas e as vítimas diretas das drogas como ficam, os jovens humildes atraídos pelos criminosos para seu exército e os policiais mortos em combate nesta via indireta da guerra do tráfico?
Está na hora de acabar a hipocrisia!

Meu filho destruiu duas famílias, a da jovem e a dele, além de a si próprio. Queria sair do vício, mas não conseguia. Eu queria interná-lo à força e não via meios. Uma jovem, a quem ele amava, queria ajudá-lo e de anjo da guarda virou vítima.

Ele irá pagar pelo que fez, será feita justiça, isso não há dúvida. O arrependimento já o assola, desde que acordou do surto do crack deu-se conta do mal que sua loucura havia lhe levado a praticar. Ele me ligou, esperou a chegada da polícia e se entregou, não fugindo do flagrante. Não passarei a mão na cabeça dele, mas não o abandonarei. Ele cumprirá sua pena de acordo com a lei, dentro da especificidade de sua condição.

Infelizmente, só consegui interná-lo pela via torta da loucura, quando já não havia mais nada a fazer, num surto fatal.

Este é um caso de saúde pública que virou caso de polícia.

Que a família da Bárbara possa um dia perdoar nossa família por este ato imperdoável. Chorei por meu filho 6 anos atrás. Hoje incompetente. minhas lágrimas vão para esta menina, que tentou por amor e amizade salvar uma alma, sem saber que lutava contra um exército que lucra com a proibição (que não minimiza o problema, pelo contrário, exacerba), por um bando de tecnocratas e suas teorias irreais, e para um Estado que, neste assunto, se mostra incompetente.

Luiz Fernando Prôa
o pai”

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ATEUS E AGNÓSTICOS ADEREM A CAMPANHA CATA NÍQUEIS PRATICADA POR RELIGIOSOS
[NOTEM QUE EM FONTE BASTÃO FALAM OS MATERIALISTAS E EM ITÁLICO EU]
(OUTUBRO DE 2009)

O EDITORIAL – O Editorial do Portal Antônio Poeta para este mês – outubro de 2009 – será um pouco diferente dos anteriores, no que se refere à linha editorial até então adotada. O que se pretende com isso, é tão somente – salvo alguma exceção – responder, com transparência e imediatidade, a algumas questões estandardizadas pelo neofundamentalismo obscurantista da nova geração de adeptos do Ateísmo (doutrina que nega a existência de Deus) e do Agnosticismo (doutrina que nega a possibilidade de reconhecer em Deus a origem do Universo). Para isto estão empreendendo uma campanha de alcance mundial, com as características de um grande manifesto veiculado através da mídia internacional, incluindo a do Brasil.

A CAMPANHA – Na primeira semana deste ano foi lançada a Primeira Campanha Publicitária do Reino Unido versando sobre ateísmo, promovida pela BRITISH HUMANIST ASSOCIATION. A campanha tem site próprio (onde podem ser compradas camisetas) e vem atraindo atenção da grande mídia desde o seu lançamento, em janeiro/2009 - inclusive no Brasil.

O EDITORIAL – Falam em venda de camisetas, seja em atividades informais lucrativas destinadas a “geração e produção de renda” para se financiarem, exatamente como operam os religiosos adeptos da desgastadíssima “doutrina da prosperidade”, que eles tanto criticam... Quanto a atraírem a mídia, isso é bem cômodo e fácil, bastante apenas que meia dúzia de indivíduos resolva inventar, praticar e/ou propagar qualquer tipo de excentricidade ou movimento de contágio de massa, que lá estará a mídia com sua máquina de alienar a opinião pública, principalmente a mídia desarticulada de uma boa formação academica e sensacionalista.

A CAMPANHA – A chamada "Campanha dos Ônibus" se espalhou por diversos países, e agora chegou também ao Brasil.

O EDITORIAL – No que se refere à “Campanha dos ônibus”, nossos anarquistas metafísicos não informam quase nada sobre a contundente reação empreendida pelos católicos romanos, protestantes históricos ou evangélicos carismáticos, ortodoxos ecumênicos, espíritas, e outros, contra esses eventos, deistas que em reprovação a tais movimentos rancorosos, não mais utilizaram as já escassas linhas de ônibus em que veiculavam tais aberrações, obrigando, de imediato, a que os empresários (proprietários da empresas de ônibus) fizessem cessar o apoio a tal campanha, mesmo que muito bem pagos pelo empreendimento dos ateus.

A CAMPANHA – A chamada ATEA – “Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos” lançou a primeira fase da campanha no país, expondo oito ‘slogans’ que desejavam afixar em ônibus da cidade de São Paulo. As frases expõem um pouco do que pensam os ateus e buscam lançar um primeiro passo para o reconhecimento dos descrentes como cidadãos plenos e dignos, com seu merecido lugar na sociedade.

O EDITORIAL – Fala sério: Desde quando alguém batizou essas pessoas ‘não-crentes em Deus’ de cidadãos de segunda ou terceira classes?

A CAMPANHA – Um dos destaques ideológicos da campanha é a frase que pede a efetiva laicidade do Estado, tema que está na ordem do dia e que a ATEA entende que deveria ser uma prioridade para cidadãos de todas as crenças e descrenças. Além deste primeiro, os ‘slogans’ escolhidos pela associação são os seguintes: 2. “Sou feliz sem crer em nenhum deus”.

O EDITORIAL – Mas você não passa de 0,05% da população mundial...

A CAMPANHA – 3. “Você precisa de um deus para ser bom? Nós não”.

O EDITORIAL – Tolinhos... Escrevem o nome de DEUS começando com um “d” minúsculo. É com toda modéstia que confesso precisar de Deus sim, pois amando-O e respeitando-O, eu naturalmente me freio diante das más inclinações... Quem não tem essa consciência, acaba experimentando e fazendo de tudo pela forma mais nefasta, pois se consideram inatingíveis e inimputáveis.

A CAMPANHA – 4. Imagem ou texto mostrando ateus famosos. Texto: “você sabe qual deles é ateu? TODOS”. Subtítulo: “Somos milhões no Brasil, centenas de milhões no mundo”.

O EDITORIAL – Vocês mentem, com relação a esses números...

A CAMPANHA – “Sugestões de nomes: Camila Pitanga, Angelina Jolie, Paulo Autran, Dercy Gonçalves, Charlie Chaplin, Daniel Radcliffe, José Saramago, Glória Maria, Drauzio Varella, Cássia Eller, Jodie Foster, Jorge Amado, Walmor Chagas”.

O EDITORIAL – Somente esses? Isso quer dizer que todos os outros milhares de famosos do mundo, são deistas, certo?

A lista de famosos materialistas, mostrada anteriormente, poderia ser acrescida, ainda, desses que cito, a seguir, e que estariam incluídos pela história entre os maiores assassinos da humanidade no século XX, todos materialistas: Joseph Stalin, Mao Tse-tung, Adolf Hitler, Chiang Kai-shek Vladimir Lenin, Tojo Hideki, Pol Pot, Yahya Khan e Josip Tito.

Contudo, bem sabemos que muitos ditos crentes em Deus, também barbarizaram o gênero humano em nome da intolerância e da intransigência, como os católicos romanos medievais e sua santa (???) inquisição, os muçulmanos e judeus com suas ditas guerras santas (???) e, Deus queira esteja eu equivocado, o que ainda aprontarão os tais evangélicos (observem, que não falo dos protestantes, certo?), com seus sermões de preconceitos e incitação contra os diferentes.

Constatem, que não estou eu cá, desfraldando bandeira em defesa dos religiosos ou das religiões, o que passo aqui, claramente – creio eu – é a defesa dos que, como eu, crêem na força divina, como criadora e condutora dos humanos de boa vontade, enfim, de continuarmos a crer (não temer) em Deus como Pai Criador e Poder Superior sobre a Justiça em nosso planeta, como o manifesto em tela, se opõem exatamente a Deus, eu me oponho contra o manifesto.

A CAMPANHA – 5. Imagens de crucifixos na Câmara, Senado, Supremo e Planalto, "Deus seja louvado" nas cédulas, "Sorocaba é do senhor Jesus" e os dizeres "ateus também são cidadãos". Subtítulo: “Queremos igualdade. Merecemos respeito”.

O EDITORIAL – Ah, tá! Vocês estão querendo igualdade então com Jesus Cristo e Deus, e não conosco, os deistas, né?

A CAMPANHA – 6. “A fé não dá respostas. Ela só impede as perguntas”.

O EDITORIAL – Não é que a fé não dê respostas, ela dá sim. Já a fé cega – essa que leva ao fanatismo fundamentalista – é burra e impede sim, as perguntas, pois isso a desmantelaria, ou seja, é mais ou menos o que está ocorrendo aqui e agora, pois eu os estou desmantelando, não é verdade?...

A CAMPANHA – 7. “Sorria! O inferno não existe”.

O EDITORIAL – Nisso eu concordo com vocês, ao menos da forma com que nos ensinaram, como um espaço geográfico para torturas físicas, já que o inferno é mental-individual... Óbvio, que vocês não crêem, mas, estão construindo um colossal inferno carmico para vocês mesmo.

A CAMPANHA – 8. “Você é quase tão ateu quanto nós. Quando você entender por que não acredita em todos os outros deuses, saberá por que não acreditamos no seu”.

O EDITORIAL – Deuses? Não há deuses! Vocês devem estar confundindo, os enviados de Deus, que por cá estiveram em diversas fases de nossa evolução humana com deuses, tais como Moisés, Jesus Cristo, Buda, Maomé, Confúcio, Chico Xavier e outros... Seria isso, minhas crianças?!!!

A CAMPANHA – 9. “Duas mãos trabalhando fazem mais do que mil em oração”.

O EDITORIAL – Que apelação... Que chavão mais fora de propósito para a temática em questão (rsss).

A CAMPANHA – Ateu ou não, qualquer interessado pode ajudar a financiar a campanha, independentemente de vínculo com a Associação. As contribuições podem ser dirigidas separadamente a cada uma das frases, utilizando-se para isso um valor com dígito das unidades igual ao número da frase na lista acima. Por exemplo, para contribuir com o slogan de número 4 deve-se enviar um valor que termine em 4: R$24, R$84, etc. Valores terminados em 1 são destinados indiferentemente a qualquer um dos slogans, e valores terminados em 0 são reservados para doações à associação.

O EDITORIAL – Façam o que eu falo e não o que eu faço. Coisa feia esse 'passar a sacolinha' de vocês, hein?

A CAMPANHA – Esta campanha não procura fazer desconversões em massa. Trata-se de conseguir um espaço na sociedade proporcional aos nossos números, diminuir o enorme preconceito que existe contra ateus em todo o mundo, e caminhar rumo à igualdade, que não existe fora de um estado verdadeiramente laico.

O EDITORIAL – Nós, os deistas, não nos preocupamos com vocês ateus e agnósticos, a preocupação é de vocês com relação a nós... Isso não seria no mínimo sintomático e preconceituoso por parte de vocês? Nós que somos numericamente muito maiores e mais representativos que vocês, não fazemos campanhas para desmerecê-los ou mesmo questioná-los em suas máximas conscienciais; conviccionais, simplesmente os ignoramos em suas ignorâncias, por fim, porque vocês não passam a se preocupar conosco, o quanto nós nos preocupamos com vocês, ou seja, não há a mínima preocupação de nossa parte com relação a vocês... Deu para entender, ou querem que eu desenhe?

Resumindo tudo, tudo mesmo: Porque vocês materialistas não se empenham em desacreditar o ‘diabo’, pois esse sim, não existe, a não ser no terror, nos medos impostos pelos “príncipes” de algumas religiões, imputados aos seus adeptos, para lhes manter reféns da fé obcecada e impeditiva de questionamentos maiores?

RAZÃO

Eu afirmo que Deus existe
e que todos somos iguais,
espíritos imortais e irmãos.
Os materialistas afirmam
exatamente o contrário,
pois não consideram eles
a máxima da evolução.
Se eu estiver certo e estou,
os materialistas quando
desenlaçarem e aportarem
lá na outra dimensão,
irão decerto me dar razão.
Se forem eles que estiverem
certos, mas por certo não são,
eu não vou poder sequer os
parabenizar, pois simplesmente
terei findado, de mim nada
terá restado, nenhum sentir,
nenhum saber ou emoção...
Tácito... Não é melhor
ser assim como eu sou,
do que ser assim como
eles são? Afinal, pela tese,
que defendem, eles nunca,
nada a mim ou a outrem provarão.
Enfim, as conveniências materiais,
em verdade, não convencem e nem
convertem; só pervertem os bons
sentimentos e as boas ações
por suas próprias contradições

Antônio Poeta
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ARGUMENTO
(SETEMBRO DE 2009)

De modo pertinaz, tenho-me esforçado pela presença das rimas, pois no meu vulgar entender, a sonoridade é a vida (alma?) da poesia ou do poema, como também a harmonia entre seus versos. Já com relação à métrica, não me atenho, pois minha proposta pessoal é compor poemas, onde mais livre eu possa impor a meus conteúdos poéticos, uma maior contingência do meu filosofar; do meu “formar opinião”.
E ainda, metido que nem eu só, sempre procurei imputar à maioria dos meus escritos em poemas, desenhos e imagens, formas criadas com a grafia das mesmas... O mais contundente exemplo destas formas em meus textos está presente no poema ‘Não é à Toa Que te Chamam Cidade Maravilhosa’, que compus pensando em tê-la algum dia ornamentando um dos ‘points’ do nosso ‘réveillon’ carioca, por tal, a mesma apresenta o formato de um pinheiro, lembrando uma arvore de Natal.
Evidente, que tais estripulias, em nada comprometem o meu poema, com relação a sua sonoridade e enredo, isto é, eles continuam com identidade e sentido, sendo tais formas, tão somente uma ‘curiosidade’ a compor suas apresentações textuais.

Exposto tudo isso e, dada a minha indolência (desleixo?), em não estudar mais a fundo a poesia como um todo, sinto-me, por vezes, arrebatado de surpresas nada agradáveis ao meu eu (poeta), quando percebo algumas inovações lançadas por alguns de meus contemporâneos e, principalmente, quando estes vão lá atrás, oito décadas passadas, garimpar “coisinhas”, que foram chamadas por poesia e assinadas por pseudos poetas: Falo da tal Poesia Concreta, que em verdade, não poderia ser mais abstrata do que é.
Não estou eu cá, questionando se há arte ou não nessas formações (deformações?), minha zanga é por insistirem em chamá-las por poesias; poemas (quiçá artes plásticas?) e a quem as criam por poetas. O cara até pode ser poeta sim, mas no momento em que produz esse tipo de apresentação, não deveria assinar como tal.
De imediato, proíbo (rindo) a qualquer um de me alcunhar de preconceituoso ou coisa que o valha, pois a experiência da vida me insinuou ou ensinou que em tudo o que é novo há a arte, que estava na hora de surgir, como há, também, os ‘galopeiros’ oportunistas e fazedores de opinião (atentem, que não disse formadores de opinião), enfim, aqueles que tentam, a qualquer custo – e lançando mão de tudo o que lhes é disponível – praticar impropriedades literárias inventadas a que chamam de ‘arte’... Vejam bem, que não uso o verbo no sentido de “criar” arte, mas de ‘inventar’ arte sem propósito artístico.

Enfatizando, a história nos mostra que apenas uma minoria talentosa consegue – por iluminada que é – idealizar algo de marcante e surpreendente, que permaneça aos movimentos vindouros, como autênticas obras de arte.
No modernismo, foram muitos os aventureiros a se lançar nesse iluminismo literário às avessas. Porém hoje lemos, citamos e reverenciamos os ícones de Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Cecília Meireles e uns poucos outros. Todo aquele exército de alternadores e suas alternâncias (inclusive os fundadores da chamada poesia concreta), foram fadados ao esquecimento. Acredito eu que, entre nós, os contemporâneos, ocorrerá o mesmo, e que o futuro logo se encarregará de separar os melhores e ‘menos piores’ dos péssimos.

Nossos leitores se recordam da invasão do chamado ‘pagode’, que por um certo período atordoou nossos ouvidos com aquelas letras horríveis e aquele barulho completamente fora de cadência e sem nenhum ritmo musicalmente nobre, obrigando o nosso ‘muso’ Paulinho da Viola a compor o samba-canção Argumento? Lembremo-nos:
Argumento
Tá legal!
Tá legal, eu aceito o argumento,
Mas, não me altere o samba tanto assim,
Olha que a rapaziada está sentindo a falta
De um cavaco, de um pandeiro, e de um tamborim.
Tá legal,
Sem preconceito ou mania de passado
Sem querer ficar do lado de quem não quer navegar
Faça como o velho marinheiro
Que durante o nevoeiro, leva o barco devagar!
(Paulinho da Viola)
Pois é... É o que penso... É o que sinto... Contudo, por ser meio camaleão e meio humano, sempre anseio por novos horizontes, por novas roupagens conscienciais, por fim, por reformar minhas opiniões mais rudimentares e íntimas desde que, única e exclusivamente, isso se processe através de um novo e real convencimento, pois não consigo digerir mais tantas e tamanhas santchellices, digo, sandices!

Antônio Poeta
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REAL OU VIRTUAL... QUAL O MAIS LESIVO?
(AGOSTO DE 2009)
Confesso que não raras vezes me surpreendo por cá, com um sobressalto desses que acomete a todos nós, tipo assim: ‘Que dia é hoje?’. ‘Não foi hoje que eu combinei com fulano de (...)?’. A partir daí é que eu vou filtrar se esse compromisso assumido era do meu mundo real ou do virtual. Ultimamente os meus todos têm sido compromissos de web. Por mais que eu tente comparecer menos por aqui (net), não consigo, pois são muitas as obrigações assumidas em nome do Portal Antônio Poeta.

Mas, voltando à análise do melhor (pior se o real ou o virtual?), vou-me restringir a falar das coisas adversas, nocivas, e de suas causas, pois das coisas boas não precisamos falar, bastante apenas o que delas já temos sorvido.
As duas ferramentas de maior uso hoje ofertadas para relacionamento virtual são o “MSN” e o “ORKUT”. O MSN é usado depois de se supor que já se conhece a pessoa (como se tal fosse possível). O Orkut oferece uma segurança falsa ou um pseudocertificado de certeza quanto ao conhecimento das pessoas, seja a segurança de que “alguém existe”, a considerar a aparente existência de um álbum de imagens ou fotografias supostamente verdadeiras, assim como “inúmeras informações pessoais aparentemente plausíveis”.

Mas na verdade, em qualquer destes “bancos de dados virtuais” é teoricamente possível a ocorrência de ‘burla’, ‘fraude’ ou ‘simulação’ que podem levar ao crime virtual mediante a 'criação de criar' perfis falsos ou fraudulentos, como se autênticos fossem.
São inúmeros os transtornos causados por crimes praticados pelos fackers e hackers nesta área, elevando cada vez mais o índice de insegurança existente na vida dos internautas autênticos ou reais. A Polícia Federal já há algum tempo vem tentando retirar definitivamente o Orkut do Brasil, pois ele é responsável por 90% dos delitos virtuais hoje produzidos no nosso Espaço Web. Mas, por que ainda não conseguiram?
De imediato, eu diria que pelo fato de se tratar de um país como o Brasil, onde os desmandos dos que detêm o poder do capital nas mãos sempre prevalecem, em detrimento dos interesses socioeconômicos que prestigiam o ordenamento legal vigente. Não se pode esquecer de que a dona do Orkut é a mundialmente conhecida e poderosa Google.

As autoridades públicas – embora exijam tão somente controle por parte da Google no tocante a quem navega pelo Orkut – não conseguem êxito, e não o conseguem exatamente porque isso não interessa a Google comercialmente, ou melhor, isso vai de encontro aos interesses mercantilistas desse holding do mercado da informática.
Esse controle seria por demais simples, bastando que para abrir uma conta que dá acesso aos serviços oferecidos por eles, como o Orkut, o gmail, o blogger, o picasa e outros, fosse obrigatório o fornecimento do CPF, que seria cruzado com as informações da Receita Federal, confirmando ou não a existência daquela pessoa, e ainda, impedindo que uma mesma pessoa tivesse mais de uma conta em qualquer desses serviços on line.

Então, o amigo leitor dirá: “Mas, de fato, se parece ser algo tão simples, porque a Google, não adota tais medidas?”. Tanto a Google (Orkut) quanto a Microsoft (MSN), quando sentam com outra empresa para negociar a veiculação de publicidade em seus Sites, vêm municiadas de estatísticas, sendo a principal para esse tipo de negócio (publicidade), a carteira de clientes que essas empresas de web possuem. O Google e a Microsoft mentem aos seus anunciantes, mostrando a estes o total de clientes de suas respectivas carteiras, só que entre esses milhões de usuários que aparecem por lá, muitos nunca irão ver o comercial da empresa anunciante, pois são pessoas que saíram e não excluíram seus perfis (contas) e, principalmente, aqueles de caráter duvidoso, que mantêm 10, 20 ou 30, e alguns até mais dos chamados perfis fackers.

Recentemente, o Orkut vem dificultando e limitando a troca de scraps entre seus usuários, bloqueando seus perfis para tais envios, óbvio, que sabiam eles (que de bobos não têm nada), que imputar esses bloqueios à ação de terceiros, conduziria as pessoas a criarem novos perfis. E para fugirem de tais limitações impostas e, com isso, mais e mais aumentaria a sua “carteira de assinantes”.
Esse ‘negócio’ de bloqueios para troca de scraps e a conseqüente corrida de todos nós orkutianos a criar novos perfis, aumentou tanto o número dos supostos clientes do Orkut, que ele já começou a veicular constantemente anúncios em nossas páginas... Já imaginaram a grana que está rolando para o bolso do império da Google? Grande jogada de marketing, não acham?

Resumindo, moralizar esse setor é supostamente anticomercial para esses gigantes da Internet e, sendo assim, assim permaneceremos à mercê desses piratas virtuais do mal (fackers e hackers), que continuarão a lograr êxito de conveniência nas costas da população do bem, violando suas quietudes emocionais e, algumas vezes, até lhes causado prejuízos materiais e morais.
Concluindo: Do jeito que estão as coisas hoje no virtual, eu me sinto bem menos lesado e mais seguro no mundo real, pois lá ao menos eu vejo meus inimigos cara-a-cara!
Antônio Poeta
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FÊNIX:
(JULHO DE 2009)

O objetivo deste nosso primeiro Editorial é o de anunciar aos poetas expositores da extinta ‘Revista de Poesias’, do Portal Antônio Poeta, que a mesma já se encontra em fase de reconstrução. Se aquele site culural incomodava tanto a alguns poucos pela forma como foi criado, agora então, mais belo, atraente, ‘maduro’ e envolvente, deverá incomodar muito mais. Se esses ‘poucos’ continuam alimentando o prazer mórbido de invadir novamente as dependências virtuais do empreendimento cultural para destruí-lo mais uma vez, estejam à vontade, pois agora o site está equipado com moderno sistema de segurança, destinado a prevenir, identificar e denunciar autores convencionais de ações predatórias na internet.

Não sei quantos, dentre os poetas convidados e residentes, tomaram conhecimento do vandalismo praticado contra o ‘Portal Antônio Poeta’ e seus web sites anexos. Contudo, aqueles que já se posicionaram – e até se expuseram francamente para me trazer apoio e incentivo visando à reconstrução de tudo por amor à causa de feições exclusivamente culturais – a estes já os convidei especialmente para participar dessa nova versão das ‘Revistas’, utilizando-me dos próprios depoimentos e scraps que me enviaram como protestos e desagravos da mesma proporção de tamanho vandalismo praticado por pigmeus culturais que nos colocaram na posição de vitimas daquele holocausto virtual. Aos outros poetas que não souberam, as portas estarão sempre abertas. Aos que souberam, mas não quiseram esboçar nenhum sinal de reprovação, a estes solicito, com enfático pesar, que não participem mais do nosso site, pois é altamente significativo que aquelas ‘Revistas’ tenham refletido o mínimo de amor, apreço e autoestima em seus corações.

Nesta nova versão teremos uma ‘Equipe de Apoio’ que deverá subsidiar-me em alguns setores importantes e, ainda, um grupo de ‘Divulgadores Culturais’. Os amigos usuários constatarão também, ao chegar em nosso protótipo, que agora a interatividade (recursos para nossos visitantes), estará mais lógica e agilizada, vez que teremos apenas um portal de entrada, onde haverá botões-links para os meus escritos pessoais, para as páginas de navegação (novidade) e para as páginas dos poetas expositores.

Clicando na minha foto, na seção ‘Revista de Poesias’, todos terão a ideia exata de como serão suas futuras páginas de exposição. Resumindo, isso quer dizer que quem estiver lendo um determinado poeta, terá na coluna da direita da página a foto linkada de todos os outros poetas participantes, podendo este visitante, no âmbito de qualquer página em que esteja, vislumbrar todos os outros poetas e, querendo, mudar de página com um simples clique.

Outra novidade importante é que não padronizarei mais tão severamente a configuração e opções das páginas dos poetas, seja cada poeta é que me informará se quer música ou não em sua página, se quer seus textos centralizados ou à esquerda, se quer espaço entre título, corpo e assinatura do poema , etc...
A fonte usada para os poemas será a ‘Verdana’, tamanho normal (130%) na cor preta.

Não serão mais divulgados links de outros sites concorrentes, seja daqueles que têm a mesma proposta que a nossa. Os outros links poderão ser enviados livremente, mas obviamente devem conter a exposição do poeta.
Também não serão divulgados colegas poetas ou escritores que usem coligado aos seus nomes de identificação no orkut o nome de qualquer outro site concorrente, principalmente, daqueles condicionados à manutenção remunerada (que cobram aos poetas).

A única reserva de prerrogativa que proclamo é a de que cada poeta participante insira, em seu perfil do orkut, o link de sua página instalada na ‘Revista de Poesias’, eis porque esta ainda é a única forma de divulgação com que podemos contar. Observem, sobretudo, que não estou conclamando a que ninguém divulgue a url do ‘Portal Antônio Poeta’, mas, antes, as urls de suas próprias páginas.

Como preparar o e-mail a ser enviado ao
portalantoniopoeta@hotmail.com para participação na nova versão da ‘Revista de Poesias’: (a) enviar os textos do material pelo World, integralmente colado no corpo do e-mail e, por arquivo anexo, somente a foto a ser utilizada na janela da página pessoal. O assunto do e-mail deve ser: Revista de Poesias; (b) a foto deverá ser nítida e do tórax para cima, nunca muito próxima do rosto, pois quando for lançado o nome do poeta a fonte poderá encobrir parte da face; (c) pela ordem, coloque primeiramente o seu release (texto) de apresentação pessoal, em seguida coloque os links correlatos à sua obra a ser divulgada segundo sua preferência e, logo após, coloque o atalho da ‘midi’ (para aqueles que optarem por fundo musical), que o poeta gostaria de ter executada em sua página, devendo ser selecionadas as ‘midis’ instrumentais adequadas ao ambiente de leitura da pagina, evitando-se, assim, o som de vozes, pois decerto isso quebra a quietude da leitura e desconcentra o leitor. Os atalhos das midis deverão ser pesquisados e escolhidos no http://www.boemio.com.br/
Obs: Todo o material pedido deverá ser encaminhado a mim em um único e-mail.
Por último, façam-se as remessas das poesias e poemas, já na forma que o poeta os quer em sua página (veja tópico acima sobre isto). Solicito apenas que, se a preferência do colega for por títulos em letras maiúsculas ou minúsculas, que ele envie todos da mesma forma, e que cada poesia ou poema contenha, ao seu final, a respectiva assinatura do seu autor. As poesias não têm número mínimo de remessa, mas o máximo será de cinquenta (50) por poeta. Respeitado o gosto de cada um pela formatação de suas poesias (serão postadas nas páginas segundo a forma pela qual forem remetidas), rogo apenas que dêem três espaços entre uma poesia e outra. Outra informação importante e que deverá ser passada a mim é com relação ao conteúdo dos poemas, pois se houver um único que seja de temática sensua-erótico, eu terei de saber para configurar a página com o aviso de conteúdo adulto, pois tal medida agora é regida por lei. Para ver uma idéia de como isso funciona aqui no blogger, clique lá na seção dos meus textos em "Poemas Sensuais" e, vocês terão a idéia exata da coisa.

A despeito do enorme esforço pessoal por nós despendido e das justas expectativas de cada um quanto a uma rápida reconstrução do nosso site e da merecida reposição do nome, da dignidade cultural e da imagem artística de cada poeta ou escritor no devido lugar – antes destruído por picaretas sem escrúpulos – as páginas serão recompostas pela ordem em que forem recebidos os e-mails com o material de cada um. Observem, que muita coisa ainda não está funcionando por lá, já que trabalho sozinho na criação de todas as nosas páginas. Suplico paciência aos amigos, pois iniciamos aqui a recuperação de um ano de exaustivo trabalho, que já se encontrava on line desde agosto de 2008.

Cliquem no link a seguir e conheçam o novo layout de nosso Projeto, sem que esqueçam de clicar também em minha foto encontradiça na seção ‘Revista de Poesias’, para que os amigos saibam como serão suas páginas, quando concluídas.
http://antoniopoeta.blogspot.com/

NOTA 01:
IMPORTANTE – É atribuível a cada um dos escritores ou poetas expositores ou participantes do site ‘Revistas de Poesias’ e seus web sites anexos relacionados a responsabilidade pessoal, civil ou criminal, no que concerne a violação dos direitos autorais ou de uso de imagem a que se referem os dispositivos da Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998 conjugados com as disposições dos incisos II, IV, IX e X do Art. 5º, caput, da Constituição Federal em vigor, não se responsabilizando os sites e web sites do blog Antônio Poeta pela eventual incidência de delitos dessa natureza contidos no material remetido para postagem.

NOTA 02:
Por cá tudo continua com custo zero para meus poetas expositores, isto é, continuarei a não lhes cobrar absolutamente nada pela criação de suas páginas pessoais; manutenção das mesmas ou coisas que o valham, ao contrário tenho é despesas do meu bolso para manter livro de visitas especial e, agora com segurança profissional para todo o portal. Em verdade, é assim que penso como empreendedor e poeta que sou, pois nessa relação de sites divulgadores e poetas, se pintar coisa de grana, teria de ser do site pagando aos poetas (artistas) pela exposição de seus acervos e talentos, não é verdade?

LEMBREMO-NOS DE SHAKESPEARE
“O tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores...”
Antônio Poeta
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